OIBR: De olho no lance!

O trio das teles representado por Telefônica Brasil, Claro Brasil e TIM apresentou uma nova proposta conjunta pelos ativos da Oi Móvel, no valor de R$ 16,5 bilhões.


Após a empresa Highline do Brasil ter apresentado uma oferta que superou o primeiro lance concedido pelas operadoras e também o valor mínimo de R$ 15 bilhões exigido no aditamento do plano de recuperação judicial poucos dias atrás, o trio que visa majoritariamente a consolidação do seu mercado não parece ter ficado tão satisfeito.


Cabe dizer aqui que a Oi concedeu um acordo de exclusividade à empresa Highline do Brasil, o que a permite o direito de cobrir eventuais propostas recebidas.


Se ela tiver disposição para cobrir algo, a hora é esta! E então seguimos nos perguntando: quem será que vai ficar com a Oi Móvel?


De qualquer forma, uma coisa é certa: o apetite por uma disputa mais acirrada de seus ativos móveis nos permite trabalhar com estimativas maiores de valuation para a Oi Móvel, o que é materialmente benéfico para a tese.


Da nossa parte já esperávamos uma contraproposta, e as Ações reagiram positivamente ao anúncio.


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Grande abraço,


Guilherme Tiglia, CNPI


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por Guilherme Tiglia
em 29/07/2020 para Nord Insights

Engenheiro de Produção pelo Instituto Mauá de Tecnologia e pós-graduando em Finanças pelo Insper, iniciou sua carreira no Itaú-Unibanco em 2016. Integrou também as equipes da Quasar Asset Management e da Quatá Investimentos, atuando com análise de crédito corporativo e performance empresarial. Ingressou na Nord Research em julho de 2019, como parte da equipe do Nord Dividendos.

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